14/07/2014

Reconciliação - a única solução possível para a Palestina e Israel!


     Na verdade isto é uma fotografia do Rabi Dr. Yakov Nagen e o Sheik Ibrahim Abu-El Hawa numa manifestaçao pela paz chamada "Abraço por Jerusalem" em Junho de 2013. Nao deixa porém de ser uma bela imagem de reconciliação! 
   Mas se querem ler uma historia de reconciliação acerca dos acontecimentos recentes visitem este artigo (ver aqui-em inglês).

(Visto em Unify no facebook)

13/07/2014

O perigo do mau uso das redes sociais.



     Ja ha muito tempo que queria escrever um artigo sobre as redes sociais mas fui adiando esse tema até que ontem li uma noticia (ver aqui) que considerei como uma oportunidade a nao perder, como ponto de partida perfeito para o que mais especificamente queria falar acerca delas. A noticia, que tanto me fez rir como ficar ainda mais preocupado, falava sobre uma fotografia partilhada recentemente, por varias pessoas que queriam assim denunciar aquilo que entendiam ser uma foto de uma caçada onde tinha participado o realizador Steven Spielberg e portanto mostrar o seu comportamento condenável e cruel contra os animais (ver foto acima). O problema é que a foto foi originalmente partilhada como uma brincadeira. Isto porque o tal animal em questão, nao é mais do que a reconstituição de um triceratops, usada no filme "Parque Jurássico" de 1993. Portanto, Steven Spielberg teve a sua reputação danificada por causa de ter morto um animal extinto ha milhares de anos!!!!!! Certo que ele é um mago dos efeitos especiais mas nao me parece ainda que tenha inventado a maquina do tempo. Mas a verdade é que muita gente ficou indignada com esta atitude do realizador norte-americano, e nao se coibiram de partilhar, como defensores intrépidos da vida animal. E é essa a razão pela qual escrevo este artigo: o efeito propaganda das redes sociais e a fácil repercussão da mentira.
    Quando comecei a usar redes sociais, fiz-lo para me sentir mais próximo dos meus amigos e família, na medida em que fisicamente estou longe. Achei também um importante instrumento de informação e conhecimento na medida em que hoje em dia os utilizadores nao sao so pessoas mas entidades de vários tipos que dao a conhecer o que fazem. Mas com o passar do tempo, a minha opinião foi mudando e se ainda uso as redes sociais, já nao sou tao a favor como era dantes. Isto porque tenho visto coisas que me fazem considerar-las tao perigosas quanto úteis. Perigosas porque sao um instrumento de fácil manipulação e fácil poder de influência, sendo por isso, muito usadas como meio de propaganda, muitas vezes através da partilha de noticias ou imagens falsas. Goebbels teria gostado delas e certamente faria um uso permanente. A noticia sobre Spielberg até é um mal menor porque nao teve efeitos muito danosos e até certa medida faz rir porque mostra o lado absurdo das partilhas sociais na medida em que as pessoas parecem distraídas, talvez cegas pelo radicalismo do bem (do qual vou falar melhor mais à frente) ou então é pura e simples ignorância. Mas, por vezes, a mentira tem efeitos graves  tal como a verdade baseada na intriga. Se a internet serviu para aproximar o mundo, também serviu para afastar as pessoas de valores que hoje parecem em desuso. E digo isto porque infelizmente, vejo cada vez mais nas redes sociais, situações constrangedoras e perigosas, mesmo contra a vida de pessoas. Por exemplo, de certeza que já ouviram falar do bullying. Ora, as redes sociais sao agora usadas muitas vezes para uso dessa pratica como forma de vingança. Li uma vez que nos EUA uma adolescente se suicidou porque o ex-namorado pôs fotos dela, despida, a circular na internet. Ela nao aguentou a forma como foi tratada pela maioria das pessoas, de uma forma humilhante e insultuosa e pôs um termo à sua vida. Ao ex-namorado, talvez porque nao lhe importasse ou porque nao medisse as consequências do seu acto, pouco lhe importou o seguimento, que acabou assim por ser trágico. 
     Por vezes porém, até o acto de procurar o bem pode ser prejudicial. E a isto chamo o radicalismo do bem. Penso que nos tempos actuais, e principalmente na juventude, existe uma radicalização das consciências, tanto para o bem como para o mal. As pessoas, querendo fazer o bem, porque sentem-se preocupadas com o que as rodeia, porque conhecem a injustiça que lhes invade os corações e porque sentem-se de consciência tranquila consigo próprias, acabam por fazer mal e pior ainda atrair a vontade do mal. Basta ver imagens e ler certos comentários que denotam um grau de violência enormes e de radical corte com aquilo que nao concordam. Um exemplo concreto e recente sao as reacções ao que se passa agora em Gaza. Em primeiro lugar, já perdi a conta ao numero de fotos falsas sobre esse problema. Fotos de bebés mortos, supostamente vitimas de ataques israelitas, mas que na verdade sao fotos da Síria. Tudo serve para denunciar, mesmo mentir. Depois, claro e como reacção é preciso ler os comentários. Cada um deles, pior do que o outro. De ambos os lados, fala-se em vingança, destruição, mortes numa escalada sem fim  e que parece cada vez mais difícil de parar.  Ora, tudo isto é péssimo para um conflito que já dura tempo demais!      
      O radicalismo do bem também serve para criar nas pessoas uma falsa auto-sensação de heroísmo e também altruísmo porque ao partilharem aquilo que consideram grave, sentem-se como se tivessem feito algo de muito importante e numa espécie de moral radical que nao permite o perdão.  Por exemplo, aparecem por vezes fotos e vídeos de maus tratos a animais com legendas a pedir a morte dos autores e comentários inflamados cheios de ódio  contra uma situação injusta.  Ora, creio que apesar de nao se negar a preocupação com a sorte dos animais e da natureza em geral, nao se pode porém entrar por caminhos bravos que alimentam o ódio e dao uma imagem deveras preocupante desta juventude moderna. A vontade de denunciar é tao grande, que nao olham nem à origem nem ao conteúdo, acabando assim por partilhar mentiras cheias de violência. Muitas vezes, portanto a intenção é boa,  o problema é que o resultado acaba por ser contra-producente. 
      Também e como toda a gente sabe a internet é o meio de comunicação mais democrático de todos, pois permite que toda a gente se exprima por igual. Ora o lado negativo disto é que muitas pessoas, organizações e movimentos aproveitam para partilharem as suas mentiras, as suas interpretações mentirosas da historia e justificativas de correntes polémicas e irresponsáveis. Por isso torna-se muito importante separar a verdade da mentira. Ora,  num mundo moderno onde se nota cada vez mais, um desinteresse pelo conhecimento, nao é de admirar que muitos jovens aceitem tudo o que vêm e lêem como um facto adquirido, sem sequer duvidarem. O que é muito triste e muito perigoso.
     Para terminar, um outro exemplo de mentira recorrente que nao suporto é o uso indevido de imagens e de campanhas de solidariedade para a obtenção de outros fins. Um exemplo: ha pouco tempo, uma amiga partilhou no facebook uma imagem duma criança com cancro e onde se dizia que por cada "gosto" recebido, ela iria receber dinheiro para o tratamento. Fui verificar a veracidade da historia e descobri que a foto já tem pelo menos 2 anos e que o pai ficou espantado quando viu a foto da sua pequena filha usada numa suposta campanha de solidariedade. Na verdade, o objectivo era apenas obter gostos para a pagina do facebook que partilhou essa foto , além de que ela, embora tendo estado doente, nunca padeceu de cancro algum. Temos, assim um exemplo, entre muitos da falta de escrúpulos  de pessoas que tudo fazem so para obterem  uns míseros gostos.
      Tendo em conta que o uso das redes sociais para vingança, para fazer o bem sem olhar às consequências, para espalhar a mentira e a calunia e para fazer um uso abusivo e desrespeitoso com intenções, esta cada vez mais presente no dia a dia, vejo com muita preocupação os valores que dominarão a sociedade no futuro. Por este caminho, nem uma brincadeira poderá ser partilhada sob pena de ser mal interpretada e usada de forma abusiva e radical. Que o digam Steven Spielberg e a pessoa que partilhou a sua foto!                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  

04/07/2014

Israel and Palestine: Always a sick and deadly game of table tennis!

      I know that the title above can seem a little provocative and of bad taste, as I'm comparing a tragic conflict with a game of table tennis but in fact I'm using the game only to talk about something I don't like (and I think I'm not the only one) and not all the conflict itself. These last days we saw again tragic events in the Middle East as a result of violence.Three israeli boys were kidnapped and killed and after that the same arrived to a palestinian boy. As a answer to the death of israeli boys, the israeli army destroyed the houses of suspicious people without any sense of justice but only revenge. After that the Hamas launched rockets against israeli houses also thinking in nothing but revenge. And that's why I talked about tennis table. It seems a game of revenge where each opponent attack at his turn. The problem is this game is during very long time and no one seems interested in finish it. It is many and many years of a stupid and dangerous game because no one can win it but they continue to play it causing always death and destruction. All world already saw that the only solution is peace but they insist in attack and kill. There was a time where I and many people believed in a pacific solution to this war but there were different times. Now is easy to see that while Hamas on one side and Likud and their allies of far-right on the other side continues in power, it will be very hard to arrive into a agreement. The question is, for how long time this game will take place, knowing that it provokes nothing more than suffering and pain? Who's side will be the first one to have the courage of forgive and advance to a serious peace agreement? Let's forgot geopolitical games and talk with the heart.
  

03/07/2014

Nazismo e radicalismo religioso: a semelhança na intolerância e a diferença na forma de os combater.

        O radicalismo é o discurso da violência sem concessões e sem recuos. Na sua metodologia nao existe espaço ao compromisso ou à negociação. Por isso as conquistas sao feitas pela força e pela negação absoluta daquilo que considera como inimigo. Seja ele uma ideologia, um povo, uma religião, etc. Para os radicais religiosos ou políticos o mundo tem de ser moldado conforme a sua vontade e sao capazes de tudo para o conseguirem. Os dois mapas abaixo mostram respectivamente um exemplo real e um exemplo de ambição de conquista. O exemplo real é a expansão máxima do nazismo na Europa no mapa de cima enquanto que no mapa de baixo esta aquilo que parece ser o plano de conquista do grupo radical islâmico ISIS. Torna-se impossível nao deixar de se fazer uma comparação entre estes dois mapas baseados na expansão do terror e da conquista pelo medo. Sempre considerei o fundamentalismo islâmico como uma espécie de nazismo religioso pois que ambos representam o extremo da falta de humanidade e tolerância. Alias existem a circular na internet imagens onde se comparam fotos de um fuzilamento perpetrado pelos nazis e outros por membros do ISIS. Por isso ambas as ideologias foram e sao, respectivamente, a maior ameaça à estabilidade mundial. Ambas procuram impor os seus ideais através da violência e espalhar o mais possível essa filosofia da destruição pelo mundo. 
     Existe no entanto uma diferença que provém da forma como as ameaças foram ressentidas por aqueles que provavelmente se sentiriam mais ameaçados. Porque é que o nazismo foi relativamente fácil de vencer enquanto que o radicalismo islâmico continua sempre a aterrorizar o mundo? O nazismo era acima de tudo uma ideologia política nascida dos anseios de vingança e do pensamento racista de um homem. Nao era uma ideologia alicerçada no tempo e dependia muito da situação económico-social da época. Muito provavelmente, se nao tivesse havido o Tratado de Versalhes e a crise de 1929, o nazismo nao passaria de um movimento insignificante. Ja o radicalismo islâmico como o do grupo ISIS é muito mais difícil de vencer porque nao têm tanto, uma base política mas principalmente religiosa. E é-se sempre muito mais susceptível de atacar a primeira do que a segunda. Mais particularmente no caso dos grupos radicais, dois factores se impõem como travões à derrota do terrorismo. O primeiro é que esses grupos têm etiquetas religiosas sejam elas sunita ou xiita. Ora os Estados muçulmanos em vez de se unirem na luta contra o terrorismo, apoiam os grupos que defendem o mesmo movimento religioso da religião oficial de cada um. Assim enquanto que a Arábia Saudita de maioria sunita, apoia o ISIS, o Irao apoia o Hezzbolah porque ambos têm a religião xiita como fundamento de vida. Nao se pode esperar por isso que haja tranquilidade porque o panorama tenso depende nao so do terrorismo mas também do apoio dado a ele pelos Estados mais poderosos da região. O segundo factor é que muitos lideres religiosos sao considerados como guias espirituais quando na realidade sao recrutadores de terroristas. Ora, como a religiao ainda tem uma influência muito grande no mundo muçulmano, esses lideres gozam de uma certa liberdade quando deviam estar a responder à justiça internacional. Nao se pode olhar para esses grupos como escolas religiosas ou como uma espécie de caminho da salvação, senão como ninhos do mal em que o único objectivo é fazer do mundo um lugar dominado pelo ódio religioso. E portanto, enquanto que as pessoas no mundo muçulmano olharem para os grupos radicais como grupos religiosos e nao como grupos políticos, vai ser muito difícil acabar com eles. Falo mais dos países muçulmanos porque penso que eles (juntamente com os países mais atingidos pelo terrorismo religioso como a Nigéria) deviam se unir e tomar como principal responsabilidade a luta contra o radicalismo tal como a Europa se uniu contra o nazismo. Mas sera isso possível?




02/07/2014

Carlos do Carmo: primeiro Grammy português!

   

     Foi com grande satisfação que li ontem a noticia* de que a Academia Latina de Artes e Ciências decidiu atribuir ao fadista Carlos do Carmo um Grammy de carreira pelo conjunto da sua obra (Lifetime Achievement Award no original). Carlos do Carmo é o primeiro musico português a ganhar tal distinção que é das mais importantes a nível mundial. Entre antigos distinguidos com o mesmo prémio contam-se Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Bob Dylan ou ainda Elvis Presley entre outros. Este ano além de Carlos do Carmo vao receber o mesmo prémio Willy Chirino, César Costa, Duo Dinâmico, Los Lobos, Valeria Lynch e Ney Matogrosso. A seguir e como uma pequena homenagem à carreira de Carlos do Carmo, ficam as suas cinco melhores musicas (na minha opinião):

Os putos

Um homem na cidade

Canoas do Tejo

Lisboa, menina e moça

Uma flor de verde pinho


30/06/2014

Cem anos do atentado do Sarajevo e o perigoso renascer das suas origens!


    

      
      Fez ontem 100 anos em que ocorreu aquele que provavelmente foi o atentado com mais repercussão em toda a Historia mundial. No dia 28 de junho de 1914 o estudante sérvio Gravillo Princip matava o arquiduque Francisco Fernando,herdeiro do império austro-húngaro e a sua mulher, a duquesa Sofia de Hohenberg, acendendo com esse acto, o rastilho de pólvora da I Grande Guerra. Esse acontecimento foi assim, o "transbordar do copo" de uma série de antecedentes, cujo fim foi 4 anos de guerra e destruição em toda a Europa e noutras partes do mundo. As rivalidades imperialistas, principalmente entre a Inglaterra e a Alemanha, a concorrência colonial pela procura de matérias-primas entre as potências europeias, o sistema de alianças (a triplice entente vs. a triplice aliança), tudo isso criou um ambiente altamente tenso e perigoso na Europa do inicio do século XX onde a mais pequena provocação poderia originar uma série de outros acontecimentos que, duma forma cega e irracional acabariam numa catástrofe nunca antes vista. E nesse dia, 28 de junho, ao disparar a sua arma, Gravillo Princip, talvez sem imaginar as consequências de tal acto, fez com que esse ambiente altamente ameaçador que até entao estava adormecido, explodisse numa caminhada feita por rivais influenciados apenas pela "voz" da vingança e do poder. E  nessa Europa à beira do abismo, as poucas pessoas com o senso da razão, nada puderam fazer para travar a loucura que se aproximava. O inicio da I Guerra Mundial foi um daqueles acontecimentos onde dominou o pior do Homem e onde por causa disso vários erros evitáveis foram sendo feitos sem que houvesse uma preocupação em parar com isso. Havia nesse tempo um orgulho nacionalista próximo do exagero que guiava muitas das decisões políticas e onde nao havia lugar à sensatez. Esse nacionalismo quase cego pode-se ver na recepção entusiástica com que as pessoas receberam a noticia do inicio do conflito mundial em que havia a esperança de uma vitoria rápida e uma guerra curta, graças às capacidades de luta do lado que cada um apoiava. E quase ninguém se preocupava em parar com uma viagem que iria parar inelutavelmente num icebergue porque ninguém pensava que o seu próprio navio pudesse afundar. Mas tudo aconteceu de forma diferente e no final a tristeza e a destruição substituíam a alegria e o entusiasmo. A Europa mudava radicalmente em todos os aspectos e nunca mais seria a mesma. Entretanto muita coisa aconteceu, incluindo uma outra guerra mundial. Por causa dessas duas guerras a Europa sofreu muito, pois foi um continente completamente arrasado, mas também por causa delas, os europeus aprenderam a unir-se e a procurar forças numa união fundamental para o futuro do continente. Mas ha quem diga que a Historia é uma sucessão de ciclos porque quem nao se interessa por ela arrisca-se a repeti-la e vivemos num tempo onde a Europa parece apostada em repetir erros do passado. Por isso foi e é importante relembrar este atentado. Da forma mais dura e trágica os europeus foram obrigados a esquecer as rivalidades e a lutarem por uma Europa que pudesse manter o estatuto de superpotência económica e social em relação a outras grandes potências. O caminho foi longo, com avanços e recuos, mas no final pode-se dizer que teve um final feliz. Pensar-se-ia entao que o futuro seria radioso para uma Europa tantas vezes desunida mas agora a descobrir o valor da união. Mas como escrevi antes, a Historia pode-se repetir e actualmente existem algumas ameaças à estabilidade e união europeias. O aumento do populismo xenófobo e racista, o crescimento dos partidos de extrema-direita e anti-europeus, a instabilidade na Ucrânia, a política anti-UE de alguns dirigentes políticos de países-membros da própria União Europeia e a política de exagerada austeridade sao tudo motivos ameaçadores que fazem lembrar um pouco a Europa antes da I Guerra Mundial. Se o perigo nao é tao grande como nesse tempo e se nao é credível o inicio de uma nova guerra mundial, ha sempre a ameaça de uma Europa mergulhada de novo em rivalidades que poderão travar o avanço social e humanista do velho continente. Por isso acontecimentos trágicos como o atentado do arquiduque Francisco Fernando têm de ser lembrados para que as suas origens nao se repitam e nem as suas consequências. Agora nao ha muito o rastilho da pólvora mas as suas origens parecem estar a acordar outra vez. E é contra isso que a Europa tem de lutar se quiser continuar a manter-se unida!